terça-feira, 3 de março de 2009

P. Divag.

Deseja-se o amor. Porém domável.
De modo que se durma tranqüilo.
Que não impeça o rufar da razão,
Mas que propicie a loucura.
Com toda cabível palpitação,
sempre que se desejar.

2 comentários:

Anônimo disse...

Mas que lindo, Lemuel... adorei mesmo, um dos melhores que já li aqui. E esse não ficou tão subjetivo...rsrs

Beijão!

Raysner d' Paula disse...

Lemuel, faça das palavras da Camilla as minhas!

Depois da dedicada a mim (do teatre)e a do trânsito, esta é a sua melhor poesia.

Linda, como deve ser. O tempo dela é certo - curta e direta. Palmas, Lemu. Seu fazer poético tem se refinado (quem sou eu para dizer isso? enfim, sou um admirador do POETA DO MEIO AMBIENTE)

E bora prostestar contra a janta por DOIS REAIS!